Assista o vídeo: A candidata da mentira

11 março, 2010

Dilma Rousseff mente. Mentiu no passado sobre seu currículo e mente hoje sobre seus adversários. Usa a mentira como método. Aposta na desinformação do povo e abusa da boa fé do cidadão.

Se você também cansou de ver a propaganda política falar da Dilma como se ela realmente fosse capaz de dirigir nosso país passe esse vídeo para quem você conhece. Divulgue!

Fonte: YouTube e Blog 25

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“Eu não tenho o que responder sobre a Bancoop” afirma Dilma

10 março, 2010
Vaca caixa dois

Condenar um "companheiro"? Nem que a vaca tussa!

Ontem (09/03) Dilma Rousseff (PT-??) defendeu o presidente da Bancoop e tesoureiro da sua campanha, João Vaccari Neto, que chefiou o esquema que deixou mais de 3.000 pessoas sem casa, mesmo tendo pago entrada, reforços e prestações.

O dinheiro foi para o caixa dois do PT. Aquele mesmo caixa dois que elegeu o Lula. Aquele mesmo caixa dois que alimentou a maleta dos aloprados.

Na qualidade de postulante à presidência da República, a ex-terrorista, que se orgulha de não ter entregue os companheiros terroristas, poderia pelo menos ter respondido: cumpra-se a lei! Mas, que nada. Hoje ela afirmou que não tem nada a responder sobre o roubo petista na Bancoop. Nem que a própria tussa!

Fonte: Coturno Noturno

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Serra faz homenagem às mulheres

10 março, 2010

O governador do estado de São Paulo, José Serra, gravou na madrugada desta terça-feira um vídeo em homenagem especial às mulheres. Em seguida, mostrando que está cada vez mais ligado na mobilização via web, Serra ‘twittou’ o link do vídeo para os seus mais de 172 mil seguidores no Twitter.

O governador abre o depoimento afirmando que passou o dia (8 de março – dia Internacional da Mulher) se lembrando de lições aprendidas com mulheres, e destaca duas delas, Zilda Arns e Ruth Cardoso.

“A maior lição que aprendemos com as mulheres, desde que nascemos, é esta: amar é cuidar”, comenta o governador durante o vídeo. Serra conclui oferecendo a mensagem a todas as mulheres, em especial as que estão no Twitter.

Fonte: Mobiliza PSDB e YouTube

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Planalto paga pesquisa sobre trunfos eleitorais de Dilma

9 março, 2010
Negativo

"Não bastasse o governo ter de maquiar o PAC, agora querem maquiar também a candidata. " Dep. Paulo Bornhausen (DEM-SC).

O Palácio do Planalto pagou R$ 2 milhões por pesquisas que aferem a popularidade de programas de governo e ações às quais a imagem da pré-candidata petista, ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), está mais associada, informa reportagem de Marta Salomon, publicada nesta segunda-feira (08/03) pela Folha (íntegra somente para assinantes do jornal ou do UOL).

Segundo a reportagem, relatórios traçados por um especialista em comportamento eleitoral indicam “patamares elevados de desconhecimento” de vitrines do governo, como o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e o pré-sal.

Os estudos foram iniciados em 2009, sob encomenda da Secretaria de Comunicação da Presidência. Os resultados são estratégicos para delinear a plataforma eleitoral da ministra.

A lembrança da propaganda oficial do PAC foi considerada “escassa” em relatório de pesquisa qualitativa de maio, que recorreu a entrevistas mais aprofundadas. Essa pesquisa detectou “forte desconfiança”, principalmente entre os mais ricos, em relação ao programa.

Artigo “PT tem atração fatal pela corrupção”

Arquivo do Olho:

Veja como a  Bancoop  do  PT  ajuda  o  povo  trabalhador

Presidente da Assembleia de São Paulo cria CPI para investigar caso Bancoop

Oposição pede que TCU investigue aplicação da Bancoop em fundos de pensão

Fonte: Folha de São Paulo e Democratas

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Lula e o esquema do Bancoop (Roubolation)

7 março, 2010

Capa Veja380

Só faltava Delúbio Soares. A reportagem de VEJA mostrou que não falta mais nada: João Vaccari, o novo tesoureiro da direção nacional do PT, é um Delúbio piorado. A sucessão presidencial de 2010 obedecerá, sobretudo, a critérios políticos e morais. Eleger Dilma Rousseff é entregar o poder aos carrascos da liberdade. É entregar a chave do cofre à bandidagem que, por ter perdido de vez o medo do xerife, já nem usa lenço para esconder o rosto.

Lula – ao indicar pessoalmente João Vaccari para tomar conta das finanças do PT e da campanha eleitoral de Dilma, mesmo estando Vaccari envolvido até o nariz nas denúncias contra o Bancoop e seu esquema de desvio de dinheiro para abastecer a campanha de Lula em 2002 e os bolsos de alguns dirigentes petistas – demonstra sem nenhum pudor que, alem de não estar nada empenhado em colaborar com uma possível faxina…Lula está apostando na manutenção dessa monumental porcaria.

Leia também: Exclusivo VEJA: revelado o esquema petista na Bancoop

Promotor afirma que Vaccari Neto está diretamente envolvido

MP investiga desvio de dinheiro de cooperativa (com vídeo)

É meus caros no PT o que impera é a cultura do roubolation…do roubolation…!

Hit do Roubolation faz sucesso na internet. Assista ao vídeo e conheça!

Fonte: Por um Brasil melhor Veja e YouTube

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Petistas tentam impedir ampliação do Bolsa Família

5 março, 2010

Para o PSDB, governo quer dificultar o crescimento social do jovem brasileiro

Bolsa EscolaInconformado com a iniciativa do PSDB e atordoado com a derrota, o governo do PT quer evitar o aperfeiçoamento do programa Bolsa Família, criado na gestão do presidente Fernando Henrique Cardoso.

A manobra petista, com o conhecimento e a aprovação da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, foi praticada pela líder petista no Senado, Ideli Salvatti, e tenta impedir a ampliação do benefício, com o objetivo de fechar uma nova porta de crescimento social para a juventude.

Na semana passada, a Comissão de Educação do Senado aprovou o projeto de autoria do senador Tasso Jereissati (CE) para criar um adicional às famílias cujos jovens tiverem bom rendimento escolar. O projeto, que atende à necessidade de melhorar a qualidade educacional dos brasileiros, corre o risco de ser sepultado pela iniciativa do governo petista.

Por ter sido aprovado em caráter terminativo na Comissão, o projeto deveria seguir para a Câmara dos Deputados, onde seria analisado, mas a base governista, com a velha estratégia de desafiar a democracia, vai tentar impedir que a matéria siga seu caminho normal.

Líder do governo no Congresso, Salvatti (PT-SC), recolheu assinaturas para apresentar um recurso pedindo o retorno do projeto ao Plenário do Senado e assim concretizar a manobra.

INDIGNAÇÃO SOCIAL

Quanto mais o governo tenta dificultar a votação da proposta, mais aumenta a indignação dos beneficiários, pois é um projeto que valoriza o crescimento do cidadão, lamenta a senadora Marisa Serrano (MS), vice-presidente nacional do PSDB e relatora da proposta na Comissão de Educação.

Não é só dar dinheiro para as famílias, é incentivar para que as crianças tenham mais vontade, mais interesse e aprendam mais. A idéia é resgatar o sentido do Bolsa Escola, acrescenta a senadora.

Para o líder do PSDB na Câmara, deputado João Almeida, a estratégia petista não é novidade. A ideia do PT é tutelar o cidadão, é pasteurizar tudo. O projeto do Tasso oferece incentivo para os cidadãos que querem progredir, que querem aprender a competir de forma saudável, destaca o líder.

Como prova da preocupação dos deputados do PSDB com o aperfeiçoamento do Bolsa Família, João Almeida vai solicitar à mesa diretora da Câmara que o projeto tramite em regime de urgência assim que chegar àquela Casa e torná-lo lei ainda este ano.

IDEIA ORIGINAL

O projeto de Tasso Jereissati, além de ser promissor, joga luz sobre as mentiras e manipulações dos petistas, que tentam passar como criadores originais do Bolsa Família.

Eles roubaram a autoria do Bolsa Família. E agora não admitem que outro partido tenha iniciativas para continuar aperfeiçoando esses benefícios sociais. Esquecem que projeto original deles foi o fracassado Fome Zero, critica João Almeida.

Anunciado em 2003, o Fome Zero protagonizou um dos maiores desastres da gestão petista. Após várias trapalhadas, até  outubro de 2003, a ação desembolsou apenas 11,5% (R$ 201 milhões) da sua dotação orçamentária de R$ 1,73 bilhão.

Com a intenção de mentir e enganar eleitoralmente a sociedade, o governo petista não esclarece que o atual Bolsa Família é resultado da concentração de cinco programas da Rede de Proteção Social criada pelo PSDB, então formada pelo Bolsa-Alimentação, o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti), o Bolsa-Escola, que atendia crianças de 6 a 15 anos em famílias com até meio salário mínimo per capita, o Auxílio-Gás e o Brasil Jovem.

Fonte: Agência tucana

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Pega mal

5 março, 2010

Como convencer-se de que o que disse naquele discurso era verdade, se já sabe que não era?

A Mentirosa

A Mentirosa

COMO PODE uma senhora de mais de 60 anos -que em breve será avó- dizer mentiras? E em público, para a nação inteira, sabendo que as pessoas honestas e informadas do país saberão que ela está dizendo mentiras e, ainda assim, o faz em altos brados, para que todos ouçam! Pergunto, sem maldade: pode alguém confiar numa senhora que mente?

E ela mesma, esta senhora que mente, terminado o ato público, a solenidade ou o comício, ao voltar para casa e deitar a cabeça no travesseiro, que dirá a si mesma?

Imaginemos a cena: ela sozinha no quarto, troca de roupas, deita-se na cama e apaga a luz. Foi um dia agitado, passou a noite a ouvir discursos no congresso de seu partido, à espera do momento em que faria seu próprio discurso, por todos esperado. Dali a alguns momentos, ela seria aclamada candidata à Presidência da República e, então, faria seu pronunciamento à nação.
E, nesse pronunciamento, iria mentir, iria afirmar coisas que sabia não serem verdadeiras, com o propósito de desacreditar os adversários políticos e futuramente derrotá-los nas urnas. E então mentiu, mentiu diante de seus companheiros de partido, que sabiam que ela mentia; mentiu perante o presidente da República, o inventor de sua candidatura, que ali estava a exaltar-lhe os méritos e sabia que ela mentia. E, agora, sozinha, no silêncio do quarto, que diria a si mesma?

Não pode dizer a si mesma que não mentira. Isso o mentiroso poderá dizer a alguém que o acuse de ter mentido: finge estar ofendido, faz-se de indignado e chega até a insultar quem o acusou de mentir. É parte do papel do mentiroso. Mas consigo mesmo, não consegue fazê-lo. Enganar os outros é possível, ou pelo menos ele acredita que consegue, mas enganar a si mesmo é bem mais difícil, se não impossível.

Como convencer-se de que o que disse naquele discurso era verdade, se sabe que não era? Com a cabeça no travesseiro, sozinha consigo mesma, será que lhe vem à mente a confissão dolorosa?
Será que, contra sua vontade, uma voz interior, que só ela ouve, lhe dirá: “Como teve a coragem de dizer esta noite, para o país inteiro ouvir, tantas inverdades? Acha certo enganar as pessoas? E pior ainda, enganá-las ao mesmo tempo em que se propõe governar o país?“.

Não posso garantir que isso tenha ocorrido, pois há casos de pessoas mentirosas que terminam acreditando nas próprias mentiras. Se bem que esses que acreditam no que inventam são outro tipo de mentirosos, que necessitam, sobretudo, enganar-se a si mesmos, mais do que enganar os outros. Esse gênero de mentira é diferente da mentira política, quando o cara afirma coisas que não aconteceram, que todas as pessoas informadas sabem que não aconteceram e, mais que todos, o próprio mentiroso o sabe e sabe que todos o sabem.

Pelo que li nos jornais e vi na TV, no 4º Congresso do Partido dos Trabalhadores, o que não faltou foi mentira. Creio que a ministra Dilma Rousseff é essencialmente honesta, tanto que sempre que afirma certas coisas, percebe-se hesitação em sua voz. Não se sente à vontade, como Lula, que, ali mesmo, afirmou ter sido o mensalão uma conspiração contra seu governo. Uma conspiração da qual deve ter participado o procurador-geral da República, uma vez que, em sua denúncia, falou de “uma quadrilha”, chefiada pelo chefe da Casa Civil do Lula.

No segundo turno das eleições de 2006, o PT inventou que Geraldo Alckmin, se eleito, privatizaria a Petrobras, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal. Isso nunca havia sido dito nem cogitado pelo PSDB, nem por seu candidato nem por ninguém. Uma pura e simples calúnia, com o objetivo de minar a candidatura adversária.

O primeiro a dizer isso foi Lula, num debate na televisão. Alckmin o desmentiu, no mesmo instante. Lula se calou, mas, já no dia seguinte, a propaganda do PT insistia na mentira, que enganou muita gente e garantiu a vitória de Lula. Agora, mal começa a campanha, Dilma retoma a afirmação mentirosa, deixando claro qual será o nível em que o PT pretende conduzir a disputa.
Na verdade, durante o governo FHC, foram feitas várias privatizações, com resultado altamente positivo para o país, a começar pela telefônica, cuja privatização tornou o celular um bem comum a qualquer brasileiro; a CSN, privatizada, passou a dar lucro em vez de prejuízo aos cofres públicos; e a Vale do Rio Doce se tornou uma das maiores empresas do mundo.

Dilma cala sobre essas privatizações que deram certo e mente sobre as “privatizações” que nunca ninguém pensou fazer. Para uma senhora já de certa idade, ainda que petista, pega mal.

Ferreira GullarPor: Ferreira Gullar

Poeta, crítico de arte, biógrafo, tradutor, memorialista e ensaísta brasileiro.

Dilma mente sobre mestrado e doutorado. Casa Civil muda currículo

Fonte: Artigo publicado originalmente na Folha de São Paulo de 28/02/2010

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Sem medo do passado

20 fevereiro, 2010

Fernando Henrique Cardoso

FHC: "Serra inspira confiança e tem liderança, já demonstrada no Ministério da Saúde, na Prefeitura de São Paulo e no governo do Estado."

O presidente Lula passa por momentos de euforia que o levam a inventar inimigos e enunciar inverdades. Para ganhar sua guerra imaginária distorce o ocorrido no governo do antecessor, autoglorifica-se na comparação e sugere que se a oposição ganhar será o caos. Por trás dessas bravatas estão o personalismo e o fantasma da intolerância: só eu e os meus somos capazes de tanta glória. Houve quem dissesse: “O Estado sou eu.” Lula dirá: “O Brasil sou eu!” Ecos de um autoritarismo mais chegado à direita.

Lamento que Lula se deixe contaminar por impulsos tão toscos e perigosos. Ele possui méritos de sobra para defender a candidatura que queira. Deu passos adiante no que fora plantado por seus antecessores. Para que, então, baixar o nível da política à dissimulação e à mentira?

A estratégia do petismo-lulista é simples: desconstruir o inimigo principal, o PSDB e FHC (muita honra para um pobre marquês…). Por que seríamos o inimigo principal? Porque podemos ganhar as eleições. Como desconstruir o inimigo? Negando o que de bom foi feito e apossando-se de tudo o que dele herdaram como se deles sempre tivesse sido. Onde está a política mais consciente e benéfica para todos? No ralo.

Na campanha haverá um mote – o governo do PSDB foi “neoliberal” – e dois alvos principais: a privatização das estatais e a suposta inação na área social. Os dados dizem outra coisa. Mas os dados, ora, os dados… O que conta é repetir a versão conveniente. Há três semanas Lula disse que recebeu um governo estagnado, sem plano de desenvolvimento. Esqueceu-se da estabilidade da moeda, da Lei de Responsabilidade Fiscal, da recuperação do BNDES, da modernização da Petrobrás, que triplicou a produção depois do fim do monopólio e, premida pela competição e beneficiada pela flexibilidade, chegou à descoberta do pré-sal. Esqueceu-se do fortalecimento do Banco do Brasil, capitalizado com mais de R$ 6 bilhões, e junto com a Caixa Econômica, libertados da politicagem e recuperados para a execução de políticas de Estado. Esqueceu-se dos investimentos do Programa Avança Brasil, que, com menos alarde e mais eficiência que o PAC, permitiu concluir um número maior de obras essenciais ao País. Esqueceu-se dos ganhos que a privatização do sistema Telebrás trouxe para o povo brasileiro, com a democratização do acesso à internet e aos celulares, do fato de que a Vale privatizada paga mais impostos ao governo do que este jamais recebeu em dividendos quando a empresa era estatal, de que a Embraer, hoje orgulho nacional, só pôde dar o salto que deu depois de privatizada, de que essas empresas continuam em mãos brasileiras, gerando empregos e desenvolvimento no País.

Esqueceu-se de que o País pagou um custo alto por anos de “bravata” do PT e dele próprio. Esqueceu-se de sua responsabilidade e de seu partido pelo temor que tomou conta dos mercados em 2002, quando fomos obrigados a pedir socorro ao FMI – com aval de Lula, diga-se – para que houvesse um colchão de reservas no início do governo seguinte. Esqueceu-se de que foi esse temor que atiçou a inflação e levou seu governo a elevar o superávit primário e os juros às nuvens em 2003, para comprar a confiança dos mercados, mesmo que à custa de tudo o que haviam pregado, ele e seu partido, nos anos anteriores.

Os exemplos são inúmeros para desmontar o espantalho petista sobre o suposto “neoliberalismo” peessedebista. Alguns vêm do próprio campo petista. Vejam o que disse o atual presidente do partido, José Eduardo Dutra, ex-presidente da Petrobrás, citado por Adriano Pires no Brasil Econômico de 13/1: “Se eu voltar ao parlamento e tiver uma emenda propondo a situação anterior (monopólio), voto contra. Quando foi quebrado o monopólio, a Petrobrás produzia 600 mil barris por dia e tinha 6 milhões de barris de reservas. Dez anos depois produz 1,8 milhão por dia, tem reservas de 13 bilhões. Venceu a realidade, que muitas vezes é bem diferente da idealização que a gente faz dela.”

O outro alvo da distorção petista se refere à insensibilidade social de quem só se preocuparia com a economia. Os fatos são diferentes: com o real, a população pobre diminuiu de 35% para 28% do total. A pobreza continuou caindo, com alguma oscilação, até atingir 18% em 2007, fruto do efeito acumulado de políticas sociais e econômicas, entre elas o aumento do salário mínimo. De 1995 a 2002 houve um aumento real de 47,4%; de 2003 a 2009, de 49,5%. O rendimento médio mensal dos trabalhadores, descontada a inflação, não cresceu espetacularmente no período, salvo entre 1993 e 1997, quando saltou de R$ 800 para aproximadamente R$ 1.200. Hoje se encontra abaixo do nível alcançado nos anos iniciais do Plano Real.

Por fim, os programas de transferência direta de renda (hoje Bolsa-Família), vendidos como uma exclusividade deste governo. Na verdade, eles começaram num município (Campinas) e no Distrito Federal, estenderam-se para Estados (Goiás) e ganharam abrangência nacional em meu governo. O Bolsa-Escola atingiu cerca de 5 milhões de famílias, às quais o governo atual juntou outros 6 milhões, já com o nome de Bolsa-Família, englobando numa só bolsa os programas anteriores.

É mentira, portanto, dizer que o PSDB “não olhou para o social”. Não apenas olhou como fez e fez muito nessa área: o SUS saiu do papel para a realidade; o programa da aids tornou-se referência mundial; viabilizamos os medicamentos genéricos, sem temor às multinacionais; as equipes de Saúde da Família, pouco mais de 300 em 1994, tornaram-se mais de 16 mil em 2002; o programa Toda Criança na Escola trouxe para o ensino fundamental quase 100% das crianças de 7 a 14 anos. Foi também no governo do PSDB que se pôs em prática a política que assiste hoje mais de 3 milhões de idosos e deficientes (em 1996 eram apenas 300 mil).

Eleições não se ganham com o retrovisor. O eleitor vota em quem confia e lhe abre um horizonte de esperanças. Mas se o lulismo quiser comparar, sem mentir e sem descontextualizar, a briga é boa. Nada a temer.

Fernando Henrique Cardoso, sociólogo, foi presidente da República

Fonte: Estadão.com

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Lula e Dilma inauguram ponte que funciona desde 2006

19 janeiro, 2010

Campanha antecipada inaugura refinaria que só deverá funcionar em 2020

Lula e Dilma/PT promovem farsas em todo Brasil.

Acompanhados do senador José Sarney (PMDB AP), governadora Roseana Sarney, entre outras altas autoridades, o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministra Dilma Rousseff, promoveram hoje, no Maranhão, mais uma farsa com fins eleitoreiros.

Desta vez foi a inauguração da segunda ponte que liga a capital São Luiz ao continente. As obras da ponte, iniciadas ainda no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, foram concluídas em 2006. Desde então a ponte está aberta ao trânsito.

O presidente e sua candidata passaram por cima da ponte e a deram por inaugurada. O que mais falta fazer para ganhar votos?, indaga o deputado Mendes Thame (SP). Para ele, o gesto faz parte do “desespero” para tornar a ministra Dilma Roussef uma candidata viável e fazê-la crescer nas pesquisas “a qualquer custo.
A ponte “inaugurada” tem 454 metros de extensão e é conhecida entre os maranhenses como “a segunda ponte” sobre o estreito dos Mosquitos. Ela liga a parte antiga de São Luiz, que fica numa pequena ilha, ao resto do continente.

Sob o pretexto de que essa ponte nunca foi inaugurada, o presidente aproveitou-se para fazer campanha política ao lado da sua pré-candidata. Trata-se de mais uma ação eleitoral antecipada e ainda por cima sobre uma obra já existente, lamentou o senador Flexa Ribeiro (PA). O senador atribuiu a farsa às tentativas do PT de construir uma candidatura. “È  um vale tudo”, resumiu Flexa.

REFINARIA
O presidente Lula foi ao Estado para inaugurar a pedra fundamental da refinaria Premium I, em Bacabeira, a 60 km da capital, cuja produção estimada é de 600 mil barris/dia e deve ser iniciada apenas em 2020, segundo as melhores previsões da direção da Petrobras.

Para os parlamentares do PSDB, tanto a falsa inauguração da ponte quanto o lançamento da pedra fundamental da refinaria, são atos políticos que visam as eleições de outubro.

De acordo com o deputado Carlos Brandão (MA), o cronograma da refinaria já está atrasado. É que o protocolo de intenções, que deveria ter sido assinado em agosto de 2008 pelo governo do Maranhão e o governo federal, só foi firmado em maio do ano seguinte. “Além disso, há contestações judiciais a respeito da concessão da área onde ela será construída”, lembrou. Isso pode atrasar ainda mais as obras.

O prazo para o início da produção na refinaria, avaliada em R$ 20 bilhões, também é controverso, diz o deputado. Segundo ele, o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, afirmou durante audiência pública na Câmara dos Deputados que a refinaria poderá levar até oito anos para produzir.A se confirmar isso e com o atraso no cronograma, a refinaria lançada  hoje pode vir a operar de fato daqui a dez anos, em 2020, disse o parlamentar tucano.

Fique esperto! Conheça mais mentiras do PT

Fonte: Agência tucana

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As mentiras que os petistas contam (I)

15 dezembro, 2009

O PT é igual museu: vive de passado. O partido de Lula e dona Dilma insiste em ver o mundo pelo retrovisor. Como o PSDB é diferente; o que o partido busca é construir um futuro melhor para todos os brasileiros. Mas, mesmo recusando-se a travar o debate político olhando para trás, a oposição não pode se eximir de rebater as mentiras que o PT tenta propagar, como aconteceu na semana passada na propaganda partidária exibida pelos petistas.

Triunfalismo, megalomania, campanha política ilegal e fora de hora, e muitas mentiras.

Houve de tudo um pouco: triunfalismo, megalomania, campanha política ilegal e fora de hora. Mas o mais grave foi o festival de mentiras que o PT veiculou. Um carnaval de informações falsas sobre o PAC, a construção de casas populares, o pré-sal, a estabilidade econômica, a ascensão social dos pobres. Tudo somado, foi um forte indício (ou mesmo a comprovação) do vale-tudo de que o PT lançará mão para se manter no poder em 2010.

A pretensão petista é evitar que a próxima eleição se transforme num debate sobre quem pode ser o melhor presidente para o futuro do Brasil. Claro está que, nesta seara, com certeza o PT perderá de goleada. Mas, mesmo sabendo que o que interessa é olhar adiante, em respeito ao eleitor vale examinar o que, de fato, ocorreu nos oito anos em que o país foi governado pelo PSDB – realidade que dona Dilma e seus aliados, numa estratégia claramente inspirada no fascismo, buscam desesperadamente manipular, alterar e falsear.

Para o PT, por meio do PAC o país voltou a gastar em infraestrutura “após um atraso de décadas”. A verdade é que, apesar de todo o marketing petista, o atual governo investe menos no Brasil do que o anterior. Números oficiais do Ministério da Fazenda mostram que o governo Fernando Henrique foi mais eficiente na construção de escolas, hospitais e estradas do que o atual. A média anual de investimento público dos petistas é de R$ 18,4 bilhões (1,33% da arrecadação), já incluído o trololó do PAC. No governo tucano, esse valor, corrigido pela inflação, foi de R$ 20,3 bilhões (1,78% da arrecadação). Mas essa foi só a primeira mentira.

O panfleto televisivo, ao se vangloriar dos “avanços sociais do PT”, afirma que o governo anterior “não teve conquistas expressivas”. Jogou para o limbo o fato de o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano, divulgado pela ONU e que reúne os principais indicadores socioeconômicos de uma nação) ter se expandido muito mais nos anos FHC – 1% ao ano – do que na era Lula – 0,41% por ano. Mais: de acordo com a ONU, só o Plano Real e o fim da inflação que dele decorreu diminuíram a percentagem de pobres no Brasil de 44% para 33% da população.

Na área da educação, mais mentiras. O PT tentou mostrar que o atual governo, ao criar o ProUni e abrir novas universidades federais, é o único que se preocupa com os pobres. A realidade é que, no governo tucano, muito se fez para levar ensino a crianças que nada tinham. O percentual de crianças pobres fora da escola caiu de 25% para 7% e o analfabetismo entre 10 e 14 anos de idade despencou de 11,4% para 4,2%, de acordo com o IBGE. No governo FHC, a média anual de queda do analfabetismo foi de 3,5% ao ano; no atual governo, o índice desacelerou para 2,6%.

Como é de seu feitio, na propaganda televisiva o PT apelou para a caricatura, tratando o telespectador como burro. Em um dos momentos mais rançosos do festival de mentiras, o programa petista afirmou que “apenas os ricos comiam carne” até a chegada de Lula ao poder. A realidade é que, entre 1994 e 2002, portanto, ao longo do governo do PSDB, o consumo de carne bovina per capita cresceu 12,2% no país, com expansão de 1,5% ao ano. No governo Lula, entre 2003 e 2007, a expansão caiu para 0,66% ao ano.

A descoberta do pré-sal, esforço de décadas da Petrobras e de todos os brasileiros, é apresentada como obra do PT. A verdade é que, já na época do presidente Itamar Franco (1992-1994), a Petrobras tinha conhecimento da existência das gigantescas reservas. Por cautela (os tempos eram outros) a estatal evitou carnavalizar a hipótese. Além disso, da aprovação da lei do petróleo, em 1997, até 2002, a produção no país cresceu, em média, 8,4% ao ano, elevando-se 49%. Nos primeiros seis anos do governo petista, o índice médio caiu para 4% ao ano.

Mesmo tendo apenas preservado os fundamentos econômicos deixados pelos tucanos, com a manutenção do câmbio flutuante, das metas de inflação e da política de superávits fiscais, o PT se autoproclamou “o responsável pela estabilidade financeira do país”. A realidade é que o PT votou contra o Plano Real, chamado à época de “estelionato eleitoral” pelo partido. Em 2001, demonstrou que não havia aprendido a lição e também foi contra a Lei de Responsabilidade Fiscal no Congresso. Os petistas só mudaram de ideia, mesmo assim a contragosto, às vésperas da eleição de Lula em 2002. Vale a máxima: o governo Lula tem coisas boas e coisas novas; as boas não são novas e as novas não são boas.

Dupla dinâmica da mentira.

Como papel (e tela de TV) aceita tudo, o festival de mentiras do PT prosseguiu. Na propaganda partidária, os petistas sustentaram que “tanto Lula quanto os tucanos enfrentaram uma crise internacional”. É importante lembrar que o governo FHC passou por, no mínimo, cinco grandes crises de proporções globais (México, Ásia, Rússia, Argentina e EUA/11 de setembro) e nenhuma delas resultou em crescimento negativo do PIB brasileiro, o que deve ocorrer este ano, sob Lula, com nossa economia.

Ao atacar as privatizações, o PT abusou de slogans ideológicos como “o patrimônio do povo foi vendido”. Deixou de lado, porém, exemplos como o aumento de 24 milhões para 47 milhões no número de telefones fixos e o fenomenal salto de usuários de telefonia celular – de 7,4 milhões para 166 milhões desde a venda do Sistema Telebrás, em 1997. Ou seja, hoje há mais de um telefone para cada brasileiro, item do qual, no passado, só ricos dispunham. O PT também omitiu que, privatizada, a Vale multiplicou por seis o seu número de empregados.

Por tudo isso, e muito mais, se deixarmos de lado a retórica e o massacrante marketing oficial, é possível mostrar que, mesmo na comparação com o governo anterior, o PT não consegue se sair melhor em quesitos fundamentais como investimento público, educação e estabilidade econômica. Mas a verdade e o debate aberto e transparente parecem não interessar a dona Dilma e seus petistas aloprados em sua sanha para manter-se no poder. Mas interessa à oposição: os fatos estão do nosso lado.

Fique esperto! Conheça mais mentiras do PT

Fonte: Pauta em Ponto

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